Teste A/B
Dividir o tráfego de um único link curto entre variantes de destino para compará-las em uma métrica como a conversão.
Atualizado em 14 de agosto de 2026
Fazer um teste A/B em um link curto significa dar a um mesmo endereço dois ou mais destinos, reservar a cada um uma fatia do tráfego e julgá-los pelo que acontece depois. A plataforma cuida do split; a comparação é sua, e deve se apoiar em uma métrica que reflita o objetivo — uma conversão, um cadastro, receita —, porque os cliques medem o link, não a página por trás dele.
Dois mecanismos decidem se os números merecem confiança. A designação da variante precisa ser estável, para que o visitante que volta amanhã veja a mesma variante e não outra página, e a variante entregue precisa ser gravada junto com o clique, para que os eventos posteriores possam ser atribuídos a ela. Os pesos também devem somar todo o tráfego; caso contrário, uma parte dele vai para algum lugar que ninguém mede.
Os erros de sempre são a pressa e a deriva. Amostras pequenas oscilam, então uma vantagem inicial costuma ser ruído; decida de antemão quanto tráfego o teste vai receber. Mudar os pesos no meio do caminho mistura duas populações em um só relatório. E uma variante que difere em uma dúzia de pontos revela que alguma coisa funcionou, não o quê.